ATENDIMENTO: (17) 3395-1780
Seg. à sexta das 08:00 às 18:00hs
Matrinxãs em Cativeiro
NOME CIENTÍFICO - Bryconamericus megalepis, família Characidae.

TAMANHO / PESO - até 80 cm e 5 kg.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA - Bacia Amazônica.

DESCRIÇÃO - Corpo prateado, rabo levemente avermelhado com uma mancha preta no meio. Alimentam-se de frutas, sementes, insetos, pequenos peixes. Preferem águas limpas e rápidas.

Por se tratar de um peixe altamente esportivo e possuir uma carne incrivelmente saborosa, que na década de 80, essa espécie começou a ser introduzida na região sudeste, em pesqueiros (lagoas, represas, tanques, etc...). Sua adaptação foi fantástica, e hoje em dia está presente em quase todos os pesqueiros, pesque-pagues do país.


Fomos até uma represa particular, que foram introduzidas as matrinxãs a cerca de 1 ano, para tentar sua captura com plugs (iscas Artificiais), para saber se o comportamento da espécie sofre alguma mudança entre a Natureza e o “Cativeiro”. Chegamos ao local escolhido e logo podemos visualizar a presença das predadoras, arrumamos nossos equipamentos. Eu escolhi estar começando com uma isca de superfície uma Popper da rapala, nos primeiros pinchos nada aconteceu, mais podíamos sentir a presença delas, como fazer então para capturá-las?
Foi que percebi que o trabalho da isca estava um pouco forte (rápido), então mudei radicalmente e passei a dar toques de ponta de vara lento, e aguardando um pouco mais para dar a seqüência, foi quando aconteceu o primeiro “estouro” a primeira matrinxã estava capturada na Popper, sensacional!! Pulos extraordinários, briga de gente grande, como se estivesse na natureza, um exemplar de não mais de 1 Kg, mais já uma emoção extraordinária.


Capturamos outros exemplares na Popper, mais ai, resolvi trocar a isca, e a escolhida foi uma zara (isca com nado em z), a minha preferida é a Z90J da deconto, como já sabíamos que as matrinxãs estavam sendo atraídas por um trabalho de isca mais lento, continuei do mesmo jeito, inevitável logo nos primeiros arremessos a predadora não resistiu o “rebolado” da isca, e o ataque foi certeiro, mais uma briga e saltos fantásticos dessa espécie que é uma das mais esportivas que temos em nossos rios e agora também pertinho de nossas casas em qualquer pesqueiro ou pesque-pague.
Vale a pena conferir, e ir pescar essa espécie nos pesqueiros, tanto com isca natural ou com isca artificial é muito emocionante, se optar por iscas artificiais, de preferência as iscas de pequeno porte de 03 a 07 cm, com trabalhos variados, tanto lento como rápido dependendo do dia. BOAS PESCARIAS!!!!!!

PESQUE E SOLTE, SEMPRE!!!!!!

 
MATERIAL UTILIZADO:


VARAS – Fleming ApacheIII p/ carretilha IM 7 – 17Lbs
CARRETILHAS – Shimano Calais, Curado CU200
LINHAS – Multifilamento 0,24mm SUMAX
ISCAS – Popper Rapala, Ploc Ploc Deconto e a Nova Z90J Deconto.

Materiais adquiridos no site www.juninhopesca.com.br

DÚVIDAS:
MAICON BIANCHI por e-mail – contato@tucuna.com.br



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